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"Polícia Civil determinou que a investigação de chacina em Macaíba será sigilosa." SARGENTO HERONIDES


Três dias após a chacina que resultou na morte de seis pessoas no município de Macaíba, na Grande Natal, a Polícia Civil do Rio Grande do Norte determinou que as investigações sobre o caso ocorrerão em sigilo. A ação contra criminosa ocorreu em pouco menos de trinta minutos, em pontos distintos da cidade. Além dos mortos, outras duas pessoas ficaram feridas e deverão ser testemunhas-chave para o desenrolar dos Inquéritos Criminais, que estão sob a responsabilidade da Delegacia de Polícia de Macaíba, e têm prazo de conclusão de 30 dias.  

Segundo informações da Polícia Civil, os crimes aconteceram em bairros diferentes. As primeiras vítimas foram dois feirantes: Saulo Emanoel de Lima Romeiro, 16 anos, morto com tiros na cabeça, e Geovane do Nascimento Nunes, 25 anos. Eles estavam no centro da cidade montando bancas para a feira livre do município quando foram surpreendidos pelos executores. 

Ainda durante à noite, outras três mortes foram registradas no bairro Campo das Mangueiras. Ítalo Felipe Tenório da Silva, 20 anos, foi alvejado e morreu no local. Ransmiller Carlos de Araújo Pontes, também de 20 anos, tentou fugir e se esconder em casa, mas os criminosos invadiram a residência e atiraram na cabeça dele. Lucas Gabriel de Souza, 23 anos, foi atingido pelos bandidos e chegou a ser socorrido, mas não resistiu e faleceu na Unidade de Pronto Atendimento de Macaíba.

A sexta vítima foi Romário Varela Tinôco, 26 anos, que morreu com tiros em várias partes do corpo. Ele foi assassinado no Loteamento Esperança. Outras duas pessoas, que chegaram a ser baleadas pelos bandidos nas ações, sobreviveram aos atentados. Os crimes serão investigados em quatro inquéritos diferentes. Os policiais trabalham com diversas linhas de investigação, dentre elas a guerra entre facções criminosas e tráfico de drogas, incluindo disputa por território. No entanto, a Polícia Civil não descarta outras possibilidades.

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